quinta-feira, 27 de junho de 2013

Doutor Júlio Gregório é o novo presidente do Caicó Esporte Clube



Um dos capítulos mais aguardados da novela que se tornou as eleições do Caicó Esporte Clube teve um fim na noite desta quarta-feira (26). Foram realizadas no auditório da prefeitura de nossa cidade as tão aguardadas eleições da raposa do seridó.

Na disputa estavam duas figuras de destaque no clube. De um lado o polêmico presidente afastado, Isaias Ferreira Pessoa - Testa de Ferro - do outro o médico e também ex-presidente do Caicó, Júlio Gregório. Isaias tentando dar continuidade ao seu trabalho, na verdade buscando retornar de maneira legal, já que foi afastado pela justiça caicoense. Já doutor Júlio fazendo oposição a situação que a mais de uma década comanda os destinos da raposa.

Os sócios do rubro-negro caicoense deram uma resposta clara de que querem mudança na direção do clube e elegeram o médico anestesista Dr Júlio Gregório. Com 75 votos contra 46 do seu adversário doutor Júlio foi aclamado como novo presidente da Raposa do Seridó para os próximos dois anos.

Também foram eleitos nesta noite de quinta-feira (26) os integrantes do Conselho fiscal. Os titulares são: José Alencar, Aldenor e Paulo Linhares e os suplentes Marcelo Melo, Danúbio Junior e George Bezerra. O mandato é de dois anos.
 
Fonte/NiltinhoFerreira

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Goiás continua se preparando para enfrentar o ABC

O Goiás segue a preparação para a retomada das competições nacionais. Na próxima quarta-feira (3), o Esmeraldino recebe o ABC no Serra Dourada pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil. Na manhã de hoje (26), o técnico Enderson Moreira fez um trabalho específico de posse de bola no CT Edmo Pinheiro.

O meia Hugo, contratado em abril para reforçar a equipe goiana, prevê uma partida difícil na próxima semana. “O ABC está bem na competição, eliminou o Sport, que é um adversário complicado. Todas as equipes merecem respeito, eles têm um bom time, será um jogo difícil”.

O jogador exalta a importância da pausa no calendário brasileiro – forçada pela Copa das Confederações – para o aprimoramento da parte física, mas lamenta por causa do momento que a equipe estava vivendo.


“A equipe vinha crescendo, poderíamos ter ganho do Fluminense, o que nos daria duas vitórias fora de casa, e fatalmente estaríamos bem colocados”, disse Hugo.

O elenco alviverde volta a trabalhar na manhã desta quinta-feira, desta vez no estádio Hailé Pinheiro.

Fonte/TribunadoNorte

gazetaesportiva

Com gol de volante, Brasil vence catimba uruguaia e está na final


O atacante tirou o goleiro da jogada e a bola sobrou para Fred abrir o placar.


Foi da forma mais emocionante que poderia ser. Com pênalti defendido no início, gol no final e vitória sobre o carrasco de 1950, a seleção está na final da Copa das Confederações. O Brasil venceu o Uruguai, por 2 a 1, no Mineirão e agora enfrentará o vencedor de Itália e Espanha, no domingo, no Maracanã.

Eficiente nos jogos da primeira fase, a “blitz” da seleção brasileira nos primeiros 15 minutos de jogo não foi repetida. O time de Luiz Felipe Scolari não conseguia ter a posse de bola, muito menos atacar. Os uruguaios eram mais eficientes, cadenciavam o jogo e mantinham a bola no campo de defesa do Brasil.

Diferentemente das vitórias sobre Japão, México e Itália, quando o Brasil amassou os rivais nos primeiros minutos, contra o Uruguai não conseguiu nem chegar à área, muito menos criar uma chance de gol.

O público tampouco reagia como nas partidas da primeira fase. Nas arquibancadas o que se via eram alguns momentos de motivação que contrastavam com outros de silêncio absoluto. O clima tenso dentro de campo refletia na torcida.

Após uma cobrança de escanteio, aos 10 minutos de jogo, o Mineirão calou de vez. Depois de Forlan levantar a bola na área, David Luiz puxou a camisa de Lugano que caiu. O árbitro marcou pênalti.

O silêncio virou vaia. Primeiro, para o juiz e depois direcionadas a Forlan, cobrador do Uruguai. O meia-atacante chutou no canto esquerdo de Júlio César. O goleiro pulou bem e tocou a bola para fora. O que se ouviu depois foi um grito mais forte até do que o de gol.

A defesa mudou a atitude da seleção, que passou a conseguir chegar no campo de ataque. O primeiro chute ao gol do Uruguai só ocorreu aos 16 minutos, quando Oscar bateu de fora da área.

O Brasil até passou a ter mais posse de bola, mas penava para criar chances de gol. O forte sistema defensivo dos uruguaios atrapalhava a ousadia brasileira. Compactado, com uma linha de quatro defensores atrás e até o trio de frente, com Forlan, Cavani e Suarez, marcando, o time de Felipão encontrava muito dificuldade para criar.

Foi dos pés de Paulinho que a seleção conseguiu furar a defesa uruguaia. Aos 40 minutos de jogo, o volante deu lançamento longo para Neymar, já dentro da área. O atacante tirou o goleiro da jogada e a bola sobrou para Fred abrir o placar. Pelo que conseguiu fazer no primeiro tempo, o 1 a 0 era goleada.

O segundo tempo começou na pior maneira possível para o Brasil. No primeiro lance de ataque após o intervalo, os uruguaios tabelam e chegam à área. David Luiz tenta afasta, mas bola sobra para Thiago Silva que toca errado, no pé de Cavani. O atacante chuta de esquerda , no canto, sem chance para Júlio César.

O que se viu depois do empate foi um Brasil, muitas vezes afoito, tentando chegar ao desempate e o Uruguai aproveitando lances de contra-ataque. Aos 19 minutos, Felipão mexeu pela primeira vez no time. Hulk foi sacado para a entrada de Bernard.

Só a confirmação de que o atleticano teria uma chance já mudou o ambiente do Mineirão, até então calado com o empate. Três minutos depois de entrar, Bernard provou que a substituição não foi apenas uma estratégia de Scolari para ganhar a massa. Após avançar pela direita, ele driblou o zagueiro e cruzou para Fred chutar por cima do gol.

O gol da vitória, porém, só saiu nos minutos finais. Após cobrança de escanteio de Neymar, Paulinho subiu mais que todo mundo e marcou. O Brasil estava garantido na final da Copa das Confederações.

Rodolfo chega a acordo com o América e põe fim ao litígio

Acordo sela a paz entre Mecão e ídolo
O goleiro Rodolpho e o América finalmente fecharam acordo na ação trabalhista que o profissional movia contra o clube, na manhã desta 4ª feira, na 10ª Vara do Trabalho de Natal.

Pagamento da dívida em sete parcelas põe fim ao litígio.

Fonte/Safern

Clássico amistoso entre Potiguar de Mossoró e Baraúnas é cancelado


Presidente Eudes Fernandes, do Tricolor, afirma que falta de policiamento
no Estádio Nogueirão foi principal entrave para a realização da partida


Eudes Fernandes, presidente do Baraúnas (Foto: Tiago Menezes/GLOBOESPORTE.COM) O amistoso entre Potiguar de Mossoró e Baraúnas marcado para a próxima segunda-feira, no Estádio Nogueirão, em Mossoró, foi cancelado. A informação foi confirmada pelo presidente do Baru, Eudes Fernandes. Demonstrando irritação, o mandatário afirmou que a falta de policiamento na praça esportiva foi o principal entrave para a realização da partida. O problema já havia sido sentido no clássico da última segunda, também no Nogueirão.
- Mais uma vez a polícia afirma não ter efetivo suficiente para fazer a segurança do jogo. Eles dizem que estão todos fazendo a segurança do 'Mossoró Cidade Junina' (evento tradicional da cidade). Eu me pergunto o que aconteceria se realizassem um assalto – disse ao GLOBOESPORTE.COM.
O vencedor dos dois clássicos amistosos entre Potiguar e Baraúnas ficaria com a taça Manoel Barreto  Filho. Como não haverá o segundo confronto, o troféu deve ser entregue ao Tricolor.
- Vamos nos reunir com os dirigentes do Potiguar e decidir como vai ficar. Mas a taça deve ficar conosco, já que vencemos a primeira partida – afirmou Eudes Fernandes.
No amistoso da última segunda-feira, a demora na chegada de uma viatura da Polícia Militar culminou em um atraso de 1h30 no início da partida. Do lado de fora do estádio, as torcidas organizadas dos dois clubes protagonizaram uma briga generalizada. Vários carros foram danificados.

Fonte/GloboEsporte

América contrata Almir, para Série B

Segundo o Blog do Mecão (espécie de novo site oficial do América), a diretoria rubra contratou o meia Almir para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro.

Almir tem 31 anos e já passou por Botafogo, Atlético-MG, Ponte Preta, Figueirense e pelo futebol futebol coreano. Recentemente ele estava atuando no Kuwait.

Almir chega para ser o ajudante de Cascata no meio de campo do América, já que Netinho (contratado para essa função) não conseguiu render o esperado em virtude de suas inúmeras lesões.

Fonte/NaBeiradoCampo

Jorge VI entrega carta renúncia e deixa presidência do CSA

Vice-geral, Cícero Eugênio assume o comando do clube do Mutange
 

Agora é oficial. A permanência de Jorge VI na presidência executiva do CSA chegou ao fim. Durante uma reunião da diretoria e do conselho deliberativo do clube na noite desta terça-feira (25), o mandatário azulino entregou a carta renúncia e abre espaço para o vice-geral, Cícero Eugênio assumir o comando.
A polêmica eleição do clube marujo estava prevista para o mês de setembro, quando o então presidente, Jorge VI não poderá mais se candidatar a reeleição no time do Mutange.
Com a carta renúncia entregue, quem assume de imediato é o vice-geral Cícero Eugênio, que esteve ao lado de Jorge VI durante toda a sua gestão, primeiro como vice-presidente de futebol e na última eleição, foi indicado para vice-presidência geral.
Jorge VI foi eleito presidente do CSA para o biênio 2011-2012 e reeleito para a gestão 2012-2013. Porém, neste intervalo, sofreu com problemas internos e principalmente com as críticas da torcida.
Em 2012, VI chegou a preparar uma carta-renúncia para entregar ao presidente do Conselho Deliberativo do CSA, o empresário Rafael Tenório, documento esse que não foi aceito e a administração seguiu sob seu comando.
Confirmada a saída de Jorge VI, Cícero Eugênio assume o comando executivo, mas não deve concorrer a eleição do clube, uma vez que faz parte do grupo político do então presidente.
Nomes como do presidente do conselho, Rafael Tenório, autoridades políticas e até do ex-jogador Jacozinho surgiram como prováveis candidatos, mas, tudo deve se confirmar após a prestação de contas do clube que deve acontecer em agosto, mês que antecede a eleição.
O MinutoEsportes tentou entrar em contato com Jorge VI, mas os telefones do político e dirigente estavam desligados e o mesmo, que de costume acompanha e participa do noticiário esportivo alagoano, não fez contato após a notícia.

NOTA OFICIAL
Na manhã desta segunda-feira, mas, datada do dia da reunião, a assessoria de comunicação do CSA, através do seu site oficial, divulgou a carta renúncia entregue por Jorge VI ao presidente do conselho deliberativo.
Deixando de lado as eternas discussões internas do clube marujo, o então presidente citou o planejamento do clube, os benefícios a estrutura do CSA e agradeceu pelos três anos que permaneceu á frente do time do Mutange.
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Fonte/CENTRO SPORTIVO ALAGOANO - CSA