'São dois problemas diferentes que estamos vivendo. Primeiro, o atraso salarial que a gente não consegue entender, porque o clube tem outras modalidades em dia, e só o basquete está atrasado. Houve uma reunião, e parece que houve a promessa de que no próximo dia 15 seriam pagos dois ou três salários. A gente é obrigado a acreditar, né? A gente pode até não entrar em quadra. Porque a partir do momento que você não tem contrato, não tem garantia. Eu, por exemplo, acertei um contrato de três anos. Então, se eu me machucar, com 34 anos, romper o ligamento do joelho, será que vai ser cumprido? Segunda-feira nós vamos exigir a formulação desse contrato para que todo mundo possa estar tranquilo e poder desempenhar a nossa profissão - disse Marcelinho, em entrevista ao canal 'SporTV'.
Nos últimos quatro anos, os atrasos de salário fazem parte da rotina da equipe. O que poderia minar as forças do grupo acabou tendo efeito contrário, e a resposta veio em forma de títulos. Na temporada passada, nem os quatro meses sem receber, o maior jejum desde 2005, foram capazes de evitar a conquista do Estadual, do NBB e da Liga Sul-Americana.
Fonte: Portal ORM
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