Os jogadores da África do Sul tentaram, mas na manhã desta terça-feira, no Estádio Free State, em Bloemfontein, pela primeira vez na história das Copas do Mundo, um país anfitrião foi eliminado na primeira fase de um mundial. Mesmo a vitória por 2 a 1, em cima da França, não foi suficiente para os Bafana Bafana avançarem no mundial.
Pelo menos a vitória foi importante para o técnico Carlos Alberto Parreira, que conquistou pela primeira vez um triunfo com outra Seleção a não ser a brasileira. Ele disputou a Copa também pela Arábia Saudita, Emirados Árabes e Kwait.
A última vez que a França foi eliminada na primeira fase foi em 2002, na Copa do Japão e Coreia do Sul, e o Brasil sagrou-se pentacampeão. Para os supersticiosos, este pode ser um dado interessante.
A derrota aumenta ainda mais a crise na França, que eliminada na primeira fase deve receber muitos protestos quando voltar ao seu país.
Em torno de uma semana conturbada, a França entrou em campo para jogar contra África do Sul, um pouco perdida. E o técnico Carlos Alberto Parreira aproveitou o momento e colocou seu time pressionando os franceses.
A pressão deu resultado aos 20 minutos. Após cobrança de escanteio, de Tshabalala, o goleiro francês Lloris saiu muito mal do gol e a bola ficou livre para Khumalo cabeciar para o fundo das redes.
As coisas ficaram ainda melhor para a África, quando o meia Gourcuff deu uma cotovelada dentro da área e acabou sendo expulso.
Com um homem a mais a pressão aumentou e o segundo gol saiu aos 36 minutos. Diaby não conseguiu cortar um cruzamento e dentro da área a bola sobrou para Mphela, que mandou para o fundo das redes.
Dois minutos depois, a África do Sul fez o terceiro gol com Pieenar, mas o árbitro anulou o lance por ele estar impedido.
Logo aos cinco mintos, a África do Sul perdeu uma boa chance de ampliar o marcador. Tshabalala lançou Mphela nas costas da zaga. Cara a cara com o goleiro, ele bateu na trave, perdendo uma chance incrível.
Mas, aos 24 minutos, um balde de água fria nas pretensões sul-africanas. Ribery recebeu belo lançamento e cruzou para Malouda, que sem goleiro, tocou para o fundo das redes. Pela crise da França, ele nem comemorou o gol.
O gol desanimou os jogadores da África do Sul, que tentavam, mas não conseguiam chegar ao terceiro tento para inflamar seus torcedores e brigar pela vaga.
No final, os Sul-africanos chegaram com o meia Piennar e Tshabalala, mas nada que levasse muito perigo ao gol de Lloris.
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