
Apesar da concentração total do Alecrim estar voltada para a estréia na Série C do Brasileirão, no próximo domingo (18), os jogadores tiveram tempo de se organizar e coletar fundos e doações para colaborar com as vítimas das chuvas em Alagoas e Recife. Nesta quinta-feira (16), kits de limpeza e roupas comprados e doados pelos jogadores, funcionários, comissão técnica e torcedores foram levados a um posto de coleta.
Segundo o goleiro Fernando, natural de Maceió, cidade que não foi afetada pelo desastre, esse tipo de ação deveria ser exemplo para outros clubes e grupos da sociedade se unirem em torno de causas importantes.
“Achei muito bonito a sensibilização que todos tiveram. As cidades arrasadas eram pequenas, com população humilde e essas pessoas perderam o pouco que tinham. Os outros clubes de futebol e instituições deveriam se organizar para ajudar também”, disse o atleta, que ainda lembrou como a ação entre os atletas mostra o quanto o grupo está unido.
“Isso ainda é uma prova de como o nosso grupo está unido, a ponto de nos organizarmos para uma boa causa”, explicou o goleiro, que não tem familiares ou amigos entre as vítimas.
Um dos idealizadores do movimento, o zagueiro Maceió, outro que não teve pessoas próximas envolvidas no desastre, lembrou ainda que a mobilização não pode parar e que outras ações podem ser feitas junto a torcida.
“Ainda tem locais recolhendo doações e todos podem dar sua contribuição de alguma maneira. Dia 25 fazemos nosso primeiro jogo aqui em Natal e vamos tentar organizar alguma campanha junto à torcida. A situação lá está grave e toda ajuda é bem-vinda”, afirmou Avangildo, conhecido no futebol potiguar como Maceió.
Segundo o goleiro Fernando, natural de Maceió, cidade que não foi afetada pelo desastre, esse tipo de ação deveria ser exemplo para outros clubes e grupos da sociedade se unirem em torno de causas importantes.
“Achei muito bonito a sensibilização que todos tiveram. As cidades arrasadas eram pequenas, com população humilde e essas pessoas perderam o pouco que tinham. Os outros clubes de futebol e instituições deveriam se organizar para ajudar também”, disse o atleta, que ainda lembrou como a ação entre os atletas mostra o quanto o grupo está unido.
“Isso ainda é uma prova de como o nosso grupo está unido, a ponto de nos organizarmos para uma boa causa”, explicou o goleiro, que não tem familiares ou amigos entre as vítimas.
Um dos idealizadores do movimento, o zagueiro Maceió, outro que não teve pessoas próximas envolvidas no desastre, lembrou ainda que a mobilização não pode parar e que outras ações podem ser feitas junto a torcida.
“Ainda tem locais recolhendo doações e todos podem dar sua contribuição de alguma maneira. Dia 25 fazemos nosso primeiro jogo aqui em Natal e vamos tentar organizar alguma campanha junto à torcida. A situação lá está grave e toda ajuda é bem-vinda”, afirmou Avangildo, conhecido no futebol potiguar como Maceió.
Fonte/deznarede
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