Pense em
como seria trabalhar, não receber o salário e não ter perspectiva de
quanto terá algum centavo no bolso. Essa é a situação da maioria dos
jogadores que defendem o Moto. Após as vaquinhas que aconteceram durante
o Campeonato Maranhense, os atletas ainda vivem bancados por gente que
apoia o clube, mas os salários, não sabem quando vão receber.
Apesar de
quase um ano sem salários, os jogadores do rubro-negro maranhense agora
veem o time ser reforçado. Com exceção do meia Israel, quatro jogadores,
o lateral Ferreira, os meias Felipe e Tilico e o atacante Peter foram
contratados pela diretoria, vindos de outros Estados. Além disso, há a
possibilidade da chegada do goleiro Érico, que defendeu o Baraúnas na
Série D.
E aí vem a
grande pergunta: como todo o elenco do Moto está com salários atrasados e
o clube contrata jogadores de outros Estados? Por mais que os salários
destes jogadores sejam bancados por seus empresários, a situação é o
reflexo da falta de respeito da atual diretoria com os jogadores que
defendem o clube desde o início do ano.
No ritmo que
está, infelizmente, o Moto só tende a afundar cada vez mais. Para se
ter uma ideia, mesmo com dois jogos a menos, o Sampaio já havia
ultrapassado o rubro-negro na tabela da Copa União e após a vitória
diante do MAC, o Tricolor já figura no G4, enquanto que o Moto é o
lanterna da competição.
Fonte/Bruno Alves
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