Logo
quando foi anunciada a alteração, o diretor técnico da FPF falou que
todos os clubes envolvidos estavam cientes. "Nós consultamos todos os
clubes e eles concordaram. Eu também não vejo problemas, pois os quatro
classificados para a próxima fase já estão definidos. Então ninguém vai
sair prejudicado, nem beneficiado", disse Falcão. Vale ressaltar que,
jogando às 18h30, o Náutico já entraria em campo sabendo o resultado do
Clássico das Multidões, entre Santa Cruz e Sport, no Arruda, podendo
"escolher" qual seria o seu adversário nas semifinais da competição.
Os
representantes dos clubes, no entanto, desmentiram Murilo Falcão,
dizendo que não foram consultados em nenhum momento, quando procurados
pela reportagem da Folha de Pernambuco.
Alguns deles, inclusive, afirmaram que nem estavam sabendo. "Fui pego
de surpresa agora, mas vou me reunir com a diretoria e com o
departamento jurídico para saber que tipo de providências serão tomadas.
Mas, de antemão, nós não podemos aceitar", disse o diretor de futebol
do Sport, Marcos Amaral.
O
diretor de futebol do Santa Cruz, Constantino Júnior, utilizou as redes
sociais para expressar a sua opinião sobre o episódio. Bastante
revoltado, Tininho postou no Twitter: "Inaceitável esse posicionamento da FPF com relação ao jogo do Náutico. Uma verdadeira falta de respeito com a própria competição".
O presidente do Ypiranga, Flávio Pontes, chegou a ironizar a situação.
"A FPF tem dessas coisas. O campeonato todo teve essas maluquices. Eles
devem voltar atrás, porque não é possível que alguém concorde", afirmou.
De
acordo com o presidente executivo do Náutico, Paulo Wanderley, esta não
foi a primeira vez que os clube ficaram sabendo de alterações na tabela
do Campeonato Pernambucano por meio da imprensa. "Não sei nos outros
clubes, mas a gente nunca é consultado para alterações na tabela. Não
estou dizendo que isso é errado. Na verdade, eu não entendo. Então não
posso falar se está certo ou errado. Mas a gente nunca tem ingerência
nestas alterações", disse o mandatário alvirrubro, que não acreditava em
benefício do Timbu em caso de alteração.
a\Fonte/FolhadePernambuco
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