quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Justiça barra ação para anular queda da Lusa

 

Juíza alega que autor não tem legitimidade para representar a Portuguesa
Torcida da Portuguesa: por enquanto, time está confirmado na Série B / Marcelo DSants/Frame/FolhapressTorcida da Portuguesa: por enquanto, time está confirmado na Série BUmas das tentativas de torcedores, na Justiça comum, de anular o rebaixamento da Portuguesa não teve sucesso. Nesta quarta-feira, a Justiça de São Paulo extinguiu o processo movido pelo advogado Marcelo Azem Mofarrej que visava culpar a CBF pela escalação irregular de Héverton, que culminou na perda de quatro pontos no Brasileirão e a queda para a Série B.

Em despacho, a juíza Priscila Buso Faccinetto, da 40ª Vara Cível de São Paulo, diz que o advogado não é um representante legal da Portuguesa e, logo, não tem legitimidade para a ação.

“O autor, na qualidade de torcedor, e não sendo representante efetivo e regular do citado clube, pessoalmente não possui legitimidade para discussão desta matéria em juízo, conforme expressamente dispõe o artigo 6º do Código de Processo Civil”, diz a juíza.

O caso, porém, pode não acabar tão cedo. Isso porque torcedores se organizam para entrar com centenas de ações para anular o julgamento do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que acabou rebaixando a Lusa e salvando o Fluminense da queda.

Fora as tentativas na Justiça comum, é real a chance de o Brasileirão 2014 contar com 24 clubes, sem que os quatro últimos sejam rebaixados. Os paulistas que caíram - Lusa e Ponte Preta  confirmaram a possibilidade ao jornal "Metro".
Trecho da sentença que extinguiu processo que poderia salvar a Lusa do rebaixamento
Trecho da sentença que extinguiu processo que poderia salvar a Lusa do rebaixamento - Foto: Reprodução/TJ-SP

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