Segundo a determinação da CBF, os clubes são obrigados a
entregar a relação dos jogadores ao quarto árbitro até uma
hora antes de a bola rolar, para que a arbitragem da partida
tenha tempo necessário de colocar os nomes no sistema e
avisar os clubes, em caso de irregularidades.
Pelas
informações recebidas pelo Apitonacional, o mais revoltado
seria o mundialista Sandro Meira Ricci que publicamente
preserva sua imagem, mas que em conversas reservadas com os
colegas do apito, estaria incitando os demais árbitros à
cobrarem uma postura firme das entidades de classe que os
representam contra mais esta atribuição sobre eles.
Ricci
estaria usando como argumento o fato de que este é um
assunto meramente administrativo, que deveria ser tratado
pela CBF juntamente com os clubes e, no máximo, pelo
delegado da partida, mas nunca pelo árbitro, que já tem um
monte de preocupações como: cuidar da documentação dos
jogos, vistoriar o campo, preencher farta documentação das
taxas, calibragem das bolas, súmula e relatório das
ocorrências e até mesmo dos gandulas entre outras.
O
mundialista estaria reclamando que esta ficando cada vez
mais difícil apitar uma partida pelo elevado numero de
atribuições determinadas por quem assiste aos jogos em
conforteis salas com ar condicionado, sem que precise sequer
levantar a bunda da cadeira para tomar um copo de água.
Com a
força de quem esteve em uma Copa do Mundo, o mundialista
estaria tentando um levante na categoria com intuito de
enfraquecer Corrêa e se firmar como líder para se tornar
eventual opção de substituição do atual chefe do apito
brasileiro no futuro.
Obs.
Ricci já teria tentado criar algum tempo atrás, durante uma
atividade da CBF com o grupo, uma associação de árbitros
FIFA sob sua direção. Tentativa que só não foi concretizada
devido a intervenção dos dirigentes que demoveram
rapidamente a idéia do grupo.
Fonte/ApitoNacional
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