quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Ministério Público quer novas vistorias nos estádios

Em parceria com a Federação Norte-riograndense de Futebol, o Ministério Público quer fomentar novas vistorias nas praças esportivas, principalmente nos pontos apontados pelo Corpo de Bombeiros e Polícia Militar e que careciam de melhorias. O ABC, que terá de fazer a melhoria na rede de hidrante e de combate a incêndio, convidou o promotor Luiz Eduardo Marinho, responsável pela aplicação e cumprimento do Estatuto do Torcedor no RN, a realizar uma visita ao Frasqueirão para se certificar da execução do projeto exigido. Luiz Eduado Marinho quer aproveitar essa visita ao ABC para dar o pontapé na série de vistorias pelos estádios e faz um alerta: “Até segunda ordem o estádio Nogueirão se encontra interditado”. O promotor reconhece que ao longo dos últimos anos, o Leonardo Nogueira vem sendo mantido em funcionamento apenas por força de Termos de Ajustamento de Conduta e pequenas correções de segurança em sua estrutura. A capacidade do estádio já foi drasticamente reduzida, mas sem a realização de reformas profundas, a medida que os anos passam, o nível de insegurança ao torcedor no estádio vai aumentando. Agora, frisa Marinho, chegou o momento de procurar resolver a questão de forma definitiva. José Vanildo, presidente da FNF alerta: ” Se o Marizão e o Nogueirão forem reprovados e interditados, caberá a FNF decidir a praça onde os clubes dessas duas cidades irão mandar seus jogos. O Coríntians e o Potiguar devem usar o estádio de Assu. Já o Baraúnas, por força de uma punição imposta pelo Tribunal de Justiça Desportiva, terá de mandar seus cinco primeiros jogos como mandante numa praça distante 100 km de Mossoró. Neste caso seus jogos devem ser marcados para Natal ou Goianinha”. O Alecrim também foi punido pelo TJD tendo de atuar a 100Km de distância de São Gonçalo, em seus dois primeiros mandos de campo. Ele vai mandar esses jogos no estádio Nazarenão. As correções necessárias no Ninho do Periquito são consideradas de fácil aplicação. Fonte/Tribuna do Norte

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