Partida ocorre há seis anos entre moradores de Jaguarana e Engenho Maranguape
- É diferente, muito gozado... Todos os anos estou aqui para acompanhá-los. Esse evento faz a diferença aqui na comunidade.
A partida conta com todos os apetrechos de uma clássica pelada: ambulância caso seja necessário, narrador, times perfilados e, como não poderia deixar de haver, a taça. O jogo ocorre há seis anos e já virou tradição para os torcedores do local. Adversários em campo, mas defendendo a mesma bandeira.
Em clima de muita descontração, partida já acontece há seis anos (Foto: Reprodução/TV Globo)Dentro de campo, a bola sofre. Do pescoço para baixo é canela. Até o juiz veio desfalcado: só com o cartão amarelo. O vermelho ficou pelo caminho. Na segunda etapa, o gol apareceu, mas logo sumiu de novo: foi anulado. E quando a partida se encaminhava para os finalmentes, a luz acabou, fruto de um curto circuito. A polêmica, como em toda decisão, tomou seu espaço. No escuro, o problema foi resolvido: dividir o troféu entre os dois times. A decisão corrobora o discurso.
- Somos todos iguais... Somos sempre vencedores - encerra Ricardo dos Santos, funcionário público.
Todos iguais, todos campeões. Nesta causa, todos são.
Fonte/GloboEsporte
- É diferente, muito gozado... Todos os anos estou aqui para acompanhá-los. Esse evento faz a diferença aqui na comunidade.
A partida conta com todos os apetrechos de uma clássica pelada: ambulância caso seja necessário, narrador, times perfilados e, como não poderia deixar de haver, a taça. O jogo ocorre há seis anos e já virou tradição para os torcedores do local. Adversários em campo, mas defendendo a mesma bandeira.
Em clima de muita descontração, partida já acontece há seis anos (Foto: Reprodução/TV Globo)Dentro de campo, a bola sofre. Do pescoço para baixo é canela. Até o juiz veio desfalcado: só com o cartão amarelo. O vermelho ficou pelo caminho. Na segunda etapa, o gol apareceu, mas logo sumiu de novo: foi anulado. E quando a partida se encaminhava para os finalmentes, a luz acabou, fruto de um curto circuito. A polêmica, como em toda decisão, tomou seu espaço. No escuro, o problema foi resolvido: dividir o troféu entre os dois times. A decisão corrobora o discurso.
- Somos todos iguais... Somos sempre vencedores - encerra Ricardo dos Santos, funcionário público.
Todos iguais, todos campeões. Nesta causa, todos são.
Fonte/GloboEsporte

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