sábado, 11 de abril de 2015

Familiares de jogadores do Alecrim vão entrar no Ministério Público


Me incomoda muito como ex-jogador do Alecrim, e torcedor de sempre, falar da crise do Alecrim.
Bem sei das boas intenções de algumas pessoas do clube, mas é preciso fazer jornalismo com fatos e narrativas com embasamento.
Recebi hoje, mais e mais denúncias de uma situação inaceitável vivida por atletas profissionais.
A situação na casa-sede-fazenda do Alecrim é impraticável, denunciam.
Jogadores dormem em colchonetes, no chão, fazem somente três refeições por dia – café, almoço e jantar – e em condições de precariedade.
O jantar é sobra do almoço. E o café da manhã não tem suco, frutas, ovos, e apenas pão e margarina.
Pessoas ligadas aos atletas que lá residem afirmam que o jantar antes da viagem para Mossoró, onde a equipe jogou hoje e perdeu, tinha somente arroz, macarrão e ovos.
Sem falar, como já falei em postagem anterior, a sede fica num lugar isolado, ermo, e que costumeiramente se escuta barulho de disparos de arma de fogo.
Uma situação que assusta aos jogadores, indefesos, num local tão isolado.
Ainda dentro da narrativa, além do aparecimento de ratos, costumeiramente, dia desses as atletas encontraram uma cobra no banheiro.
Essa situação vem assim desde o primeiro turno, desde o começo dos trabalhos, mas que, esperavam, com a boa campanha e visibilidade a coisa fosse melhorar.
Acreditaram os atletas que o clube iria viabilizar uma melhor situação financeira, mas isso não aconteceu.
A notícia que é dada como certa é que familiares incomodados com a situação iriam entrar com um queixa no Ministério Público.
Enfim, a situação está insustentável.
Depois da derrota de hoje, familiares resolveram se manifestar, pois acreditam, têm certeza, na verdade, que a situação ainda deve piorar.

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