Segundo Felipão, ficará difícil administrar um mal resultado na estreia da equipe
A estreia brasileira na Copa das
Confederações será acompanhada por olhares desconfiados. Todos voltados
das modernas arquibancadas do estádio Nacional Mané Garrincha, em
Brasília. A seleção ainda não empolga o torcedor. E a possibilidade de
derrota, sábado, no duelo contra o Japão, passa pela cabeça de Luiz
Felipe Scolari. Segundo o comandante, ficará difícil administrar um mal
resultado na estreia da equipe.

O treinador nacional tem experiência no assunto. Na Eurocopa de 2004,
Felipão era o treinador da seleção de Portugal, país que também sediava a
competição. Os lusos estrearam com derrota para a Grécia por 2x1. A
equipe, no entanto, chegou até a final da competição, quando foi
surpreendida novamente pelos gregos e acabou com o vice-campeonato.
"Quando dirigia a seleção de Portugal, nós perdemos o primeiro jogo para
a Grécia. Depois conseguimos a classificação. Mas é horrível largar em
uma competição, sendo a seleção anfitriã, com uma derrota”, disse
Felipão, que tratou de orientar os atletas para a pressão que um mal
resultado poderia causar. “O ambiente fica difícil de administrar, com
as cobranças da torcida e da imprensa. Os atletas estão conscientes
disso, desde quando se apresentaram”, completou.
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