
Tendo perdido todos os jogos que disputou esse ano, e com os salários atrasados desde fevereiro e uma dívida total de R$ 119 mil, o novo presidente do ASA, o sargento Marcos Welder Silva, decretou o fim do time de futebol profissional.
“Quando assumi o time, tínhamos contas de três meses e isso, sem falar dos outros departamentos do clube, que serviram para financiar o futebol”, avisou. “Nessa história, os atletas não ficaram de fora: também são três meses de salários atrasados”, prosseguiu.
Welder avisou que uma reunião com sargentos do Comando Militar da Amazônia (CMA) e da 12ª Região foi realizada para quitar o débito com os jogadores, mas ainda não previsão. “Má administração resulta nisso. Daqui em diante, teremos que conduzir tudo com transparência, responsabilidade e profissionalismo”, disse. “Um time de futebol só funciona se for auto-sustentável. A cada dia aparece um jogador com contratos em mãos cobrando pagamento e não sei se ele realmente foi membro daqui, pois não encontrei documentos comprobatórios”, disparou.
“Quando assumi o time, tínhamos contas de três meses e isso, sem falar dos outros departamentos do clube, que serviram para financiar o futebol”, avisou. “Nessa história, os atletas não ficaram de fora: também são três meses de salários atrasados”, prosseguiu.
Welder avisou que uma reunião com sargentos do Comando Militar da Amazônia (CMA) e da 12ª Região foi realizada para quitar o débito com os jogadores, mas ainda não previsão. “Má administração resulta nisso. Daqui em diante, teremos que conduzir tudo com transparência, responsabilidade e profissionalismo”, disse. “Um time de futebol só funciona se for auto-sustentável. A cada dia aparece um jogador com contratos em mãos cobrando pagamento e não sei se ele realmente foi membro daqui, pois não encontrei documentos comprobatórios”, disparou.
Futebolamazonense
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