Foram
quase cinco minutos desde a expulsão do lateral-esquerdo Egídio, do
Palmeiras, até o árbitro Jailson Macedo Freitas (BA) voltar atrás na
Arena Condá, no último domingo. Tal período de tempo levantou dúvidas
sobre uma possível interferência externa, algo proibido, para que a até
então equivocada decisão fosse modificada. Interferência que, segundo
Sérgio Corrêa, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, não existiu
na maior polêmica da 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Através de mensagens, Sérgio Corrêa foi sucinto ao afirmar que não
houve a especulada inferferência em Chapecó e ainda garantiu que não
haverá punição ao árbitro pelo erro que seria corrigido depois.
Ao término do jogo entre Chapecoense e Palmeiras, Sérgio Corrêa foi procurado por Marco Antônio Martins, presidente da Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) e, coincidentemente, o delegado da partida. Foi nesse contato que o primeiro soube dos detalhes que marcaram o episódio
Fonte/IedoferreiraAo término do jogo entre Chapecoense e Palmeiras, Sérgio Corrêa foi procurado por Marco Antônio Martins, presidente da Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) e, coincidentemente, o delegado da partida. Foi nesse contato que o primeiro soube dos detalhes que marcaram o episódio
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